quarta-feira, 29 de setembro de 2010
?!?!
E as pessoas me soam estranhas
Diante dos meus olhos se forma uma imensa cortina de interrogações
A pouca simpatia que me resta se esvai rapidamente
Apesar desse sentimento ser sabidamente efêmero
Em dias assim o silêncio é o melhor caminho
E quando consigo transmiti-lo às teclas do computador
Aos poucos a minha pouca simpatia vai voltando
A cortina, antes imensa e interrogativa, se abre clara e exclamativa!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Numa madrugada qualquer...
Sinto um aperto, uma sensação de mal estar A solidão, as incertezas rondam novamente O amor é uma linha tênue entre a felicidade e a angústia Ouço canções, me acalmam, me aquietam a alma Meus pensamentos estão presos, desconexos Não sei no que pensar, nem tampouco como agir Não quero que nada se quebre, não quero que seja ilusão Não quero sofrer, não quero que seja desgastante Quero leveza, simplicidade, harmonia, sorrisos Mas sei que nem todos os dias serão assim Preciso conviver com isso, preciso aprender... A madrugada segue Dormir e acordar talvez seja a solução!
sábado, 18 de setembro de 2010
Afinidade não se explica!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Noel
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Sensações e certezas!
Caminho a passos lentos pela avenida Paulista, o meu refúgio nos dias de solidão, sempre uma boa companheira para as noites estreladas de sábado ou para as tardes azuis de domingo.
Ainda envolto em pensamentos sobre o filme que acabo de assistir, minha cabeça fervilha de idéias, preocupações e anseios. Penso no trabalho e na semana que está por vir.
Estou tranqüilo e atencioso ao que se passa em meu redor. Jovens eufóricos com cabelos espetados e coloridos; casais de namorados, alguns apaixonados, outros nem tanto; um músico se esforça na guitarra para chamar a atenção dos pedestres, me parece em vão; pontos de ônibus cheios, gente de todo tipo de todas as idades; tem de tudo um pouco, me sinto no centro do mundo.
Observo as luzes, prédios decorados e coloridos, janelas acesas, os faróis dos carros compõem a paisagem, a avenida fica mais bela e imponente durante a noite.
No vão do MASP um saxofonista toca uma melodia conhecida, da qual eu não consigo me lembrar o nome, em sua volta uma pequena platéia, paro por um instante, o semblante de admiração das pessoas me arrancam um breve sorriso.
Os bares ainda estão cheios, vozes se misturam em conversas entusiasmadas, fumantes em pé tomam as calçadas, e a noite parece, para eles, estar só começando.
Mais um dia termina, estou feliz e em paz, com as energias recarregadas, no entanto com uma sensação recorrente de que está me faltando algo...
O percurso é o mesmo, a mesma avenida, o mesmo cenário, meus pensamentos continuam a mil, só que já não presto tanta atenção ao meu redor.
Na minha mão há outra mão entrelaçada, olhos brilhantes me fitam, aliados a um sorriso que me encanta, estou em paz, feliz... e com a certeza de que não me falta mais nada.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Para ti
de Paraty
das ruas de pedra
da nossa bodega
Vontade do acordar
do seu olhar
de nossas andanças
de nossos anseios cheios de esperança

